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Resident Evil 2 Remake é muito mais do que Resident Evil 2 original foi

Resident Evil 2 Remake é um novo padrão para os Remakes

Resident Evil 2 Remake ainda não foi lançado, mas graças a um convite mega especial da Capcom, nós jogamos 4 horas do jogo a portas fechadas. De cara, foi possível tirar uma grande dúvida: afinal, RE2 Remake vai seguir a risca tudo que vimos no jogo original? E a resposta foi brevemente respondida com um Não. Estamos diante de um jogo totalmente novo que se baseia naquele clássico.

Claro que pontos importantes como os inimigos e a história se mantém. Mas de uma forma MUITO expandida. Nós jogamos por volta de uma hora e meia da campanha do Leon e mais duas horas e meia da campanha da Claire. A diferença no tempo se deu por dois fatores. O primeiro deles é que a parte que jogamos com Leon é mais linear, onde precisamos ir de um ponto a outro. Em determinado momento, inclusive, encontramos um inimigo bastante conhecido da galera que jogou Resident Evil 2 original. O grande crocodilo. Vocês terão uma bela surpresa nesta parte.

O segundo fator que diferenciou o tempo que jogamos com cada um dos personagens foi o fato de que, com Claire, percorremos vários pontos da delegacia. Mas lá as coisas são bem diferentes do original, tanto em proporção quanto em acontecimentos. Mas essa parte vou detalhar mais para frente.

Ada jogável e de vestido rosa



Enquanto jogamos com Leon, acontece alguma coisa que não posso revelar que nos permite jogar com Ada. Imagine a minha cara de surpresa quando ela tira o casaco, que todo mundo reclamou que ela tinha, e se transforma definitivamente na Ada que todos conhecemos. E o melhor, ela tem uma feição bem diferente, mas encaixa com a personagem. O seu gameplay é distinto do que vemos com a Claire e Leon. Ela é mais rápida que Leon e carrega consigo um equipamento capaz de hackear fechaduras e dispositivos elétricos. Esta ferramenta traz uma mecânica diferenciada e bem vinda.

Enquanto jogamos com Ada, surge outro velho inimigo. O Mr. X, aquele cara gigante que fica perseguindo o jogador em determinados pontos do mapa. Mas agora ele é ainda mais incansável. Contudo, jogando com Ada, o encontro é breve. Diferente do que ocorre com Claire. Coitada da Claire

A perseguida da Claire

Imagem

A parte que jogamos nos testes fechados foi o demonstrado na TGS. Mas com mais tempo de jogo, foi possível explorar bastante coisa. Uma das grandes surpresas foi novamente o Mr. X. O cara é uma pedra gigante no sapato da Claire. Chega a um ponto de você acabar esquecendo o que estava fazendo no cenário e tentar só correr para se esconder e sobreviver. O cara é invencível, sendo possível apenas pará-lo por alguns instantes. Nesse intervalo de tempo, você se distancia dele. Mas ao usar qualquer arma, ele identifica onde você está e vai novamente te caçar.

Outro inimigo que foi possível reencontrar é o Licker. Mas aqui estão ainda mais complicados do que antes. Graças a uma lança granada foi possível sobreviver a vários encontros com essas criaturas. Mas ficou bem claro que eles serão um problema.

Em suma, a experiência com Claire foi mais completa do que com Leon desta vez. A história avançou bastante com ambos os personagens, dando a entender que mesmo quem conhece a história original de cabo a rabo, terá grandiosas surpresas. Inclusive ao vermos que Sheryl será uma personagem jogável. E sim, estamos diante de um jogo refeito do zero, repensado e que não vai deixar ninguém dizer que não é um Resident Evil. É a genuína experiência que a franquia precisava para voltar a ser como era antes. Embora eu também goste bastante do sétimo jogo.

Vamos trazer mais detalhes do game quando finalmente pudermos jogar a versão final. Enquanto isso, assista nosso vídeo, que está logo acima neste artigo.

Fonte: Comboinfinito

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05 Dez, 2018 - 03:06

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