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Petição quer que Netflix remova Good Omens do seu acervo. Mas tem um 'detalhe'...

O problema é que a atração pertence ao Amazon Prime Video

Quando um fã está irritado com alguma modificação em uma série ou filme, é mais do que normal que as famosas petições online sejam criadas – mesmo que, na maioria das vezes, elas sejam inúteis. Até agora, reclamação mais recente não veio de nenhum fã insatisfeito, mas de um grupo religioso.

A petição já conseguiu mais de 20 mil assinaturas e pede que a Netflix remova a série Good Omens de seu catálogo por, supostamente, "fazer o satanismo parecer normal, leve e aceitável". Claro que, com a liberdade de expressão, essas reivindicações são válidas, mas os reclamantes esqueceram de um detalhe: a atração em questão é da Amazon Prime, e não da Netflix.

A série é uma adaptação de uma história em quadrinhos de Neil Gaiman que, por sua vez, adaptou um livro de 1990, escrito por Terry Pratchett, e que tem como pano de fundo o apocalipse. Na atração, uma comédia de ação, um anjo e um demônio se unem para combater a chegada do Anticristo.

Gaiman respondeu à petição chamando-a de "absolutamente linda". Ele também agradeceu às pessoas que usaram o manifesto para compartilhar suas histórias de conexão pessoal com a história da série. Parece ter sido uma experiência positiva para o autor afinal de contas.

Para muitos, a petição soou como absurda, mas ela representa bem o rumo que as petições online tomaram em 2019. Com 20 mil pessoas querendo que uma série seja removida de uma plataforma incorreta, as petições se tornaram uma zombaria para elas mesmas. Nem mesmo a premiada série Game of Thrones, da HBO, escapou disso.

Até a própria Amazon entrou na brincadeira e mandou suas condolências para a Netflix pela perda da série:



Após toda a repercussão, a petição parece ter isso excluída. Será que eles finalmente chegaram à conclusão de que a Netflix não pode decidir sobre o que está no catálogo da Amazon? Provavelmente sim. Mas convenhamos, toda essa situação poderia ter sido evitada com uma simples pesquisa no Google.

Fonte: Olhardigital

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22 Jun, 2019 - 10:41

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