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10 vezes em que o Brasil foi representado nos Games!

Brasil-sil-sil!

O brasileiro ama vídeo game. Sempre amou. Mesmo quando não era possível lançar consoles em terras nacionais devido às leis políticas de antigamente, a gente dava um jeitinho de conseguir jogar, nem que pra isso fosse preciso clonar um sistema inteiro. Quando um brasileiro se apaixona por alguma coisa, ele dá um jeito de viver esse amor.

E o mais legal é que os games nos amam de volta. Tá certo que esse é um daqueles relacionamentos onde um ama mais que o outro, mas ainda assim, é amor. Vários jogos ao longo dos anos representaram o Brasil de diversas formas, seja com personagens, cenários e até mesmo enredos inteiros se passando por aqui.

Os exemplos são inúmeros, mas como nessa lista só cabem 10, separamos alguns deles para relembrar com você. Bora nessa?



Blanka, a fera das selvas

Street Fighter faz um sucesso estrondoso até hoje, mas todo esse sucesso começou de verdade no segundo jogo, lançado em 1991. O jogo estourou, iniciou uma verdadeira febre de jogos de luta e se mantém firme como um dos fighting games mais importantes já feitos.

Um dos 8 lutadores disponíveis na primeira versão de Street Fighter II era Blanka, o monstro brasileiro que vivia na selva amazônica e queria reencontrar sua mãe perdida. No cânone do jogo, ele é uma criatura dotada de intelecto no nível de uma criança, geralmente pacífico, mas que nunca foge de uma briga. É muito amigo de Dan, Dhalsim e Sakura.

Ele também é o personagem preferido de Yoshinori Ono, ex-produtor da série, que leva um bonequinho do personagem para onde quer que vá... inclusive ao Brasil.



Mais Brasil em Street Fighter

Calma, o Brasil não é representado somente por um monstro verde e bizarro em Street Fighter. Existem outros lutadores vindos da nossa Terra que já cruzaram punhos com Ryu, Ken e companhia.

Street Fighter III apresentou Sean Matsuda, um jovem vindo de uma família de lutadores de Jiu-Jitsu e que tem Ken Masters como ídolo. Seu maior sonho é se tornar discípulo de Ken. Nesse mesmo game temos também Oro, que não é brasileiro, mas que vive no Brasil há mais de um século, adotando o país como seu. O cenário dos dois personagens no game é o porto de Santos.

Em Street Fighter V apareceu a bela Laura, irmã mais velha de Sean. Ao contrário do irmão, o que ela quer é derrotar Ken e quem quer que se coloque em seu caminho, para mostrar ao mundo que o Jiu-Jitsu de sua família é o mais forte.



Mario e Sonic nas olimpíadas

Pegando carona nas olimpíadas do Rio, a Sega e a Nintendo se uniram para produzir Mario & Sonic at the Rio 2016 Olympic Games, onde vários personagens dos universos do ouriço supersônico e do encanador bigodudo se encaram em várias modalidades esportivas.

Mario e Sonic foram grandes inimigos nos anos 90 por conta da guerra travada entre a Nintendo e a Sega na época, então é legal saber que os dois vieram para cá depois de fazerem as pazes e ainda por cima trouxeram os amigos. Quem diria que um dia veríamos isso acontecer, ainda mais aqui?



Lúcio é Brasil em Overwatch!

Overwatch, um dos games competitivos online mais populares dos últimos anos, também tem a honra de ter um brasileiro ente seus personagens selecionáveis. Estamos falando de Lúcio, um dos suportes do game.

Lúcio cresceu em uma família pobre numa favela do Rio de Janeiro e usava sua música para alegrar todos aqueles ao seu redor. Mas quando a Corporação Vishkar domina o lugar sob a promessa de melhorar as vidas de todos, mas fazendo exatamente o contrário, Lúcio rouba a mesma tecnologia sônica que a Vishkar usava para oprimir seu povo e usa contra ela própria.

Liderando uma revolta popular, Lúcio expulsa a corporação do local e é aclamado por todo o Brasil como um grande herói, levando sua música para os palcos do mundo inteiro.



O Brasil e a SNK

A Capcom faz bonito quando se trata de representar o Brasil em seus games, mas a SNK não fica nem um pouco atrás. Existem personagens brasileiros em vários de seus games e todos eles são uma força a ser respeitada.

No primeiro game da franquia The King of Fighters , havia um time representando o Brasil, composto por Heidern, Ralf e Clark . Ok, nenhum desses personagens é brasileiro, mas a lembrança foi bastante bem-vinda.

Entre os personagens brasileiros do universo da SNK estão os capoeiristas Richard Meyer e Bob Wilson , da série Fatal Fury; Khushnood Butt (ou Marco Rodriguez na versão japonesa) de Garou: Mark of the Wolves; Pupa Salgueiro , de Rage of the Dragons; e a dupla Nelson e Bandeiras Hattori , de The King of Fighters XIV.



Brasil sediando o KOF?

Alguns games da SNK, sobretudo os da série The King of Fighters, não tem só lutadores representando o Brasil. Alguns dos cenários são baseados em lugares reais do nosso país também.

Em The King of Fighters 94, o cenário do time do Brasil é uma instalação militar na selva amazônica. Na edição 2001, a porradaria acontece no autódromo de Interlagos, em São Paulo. Em The King of Fighters XIII, a Amazônia volta a ser palco de combates ferrenhos.



Angry Birds Rio

Grande sucesso entre o público mais casual, Angry Birds, da Rovio, começou como um game exclusivamente para plataformas mobile, mas se tornou tão popular que chegou aos consoles em pouco tempo.

Em Angry Birds Rio, os passarinhos furiosos são sequestrados e levados para o Rio, onde seriam vendidos no mercado negro de animais silvestres. Agora eles precisam usar toda a sua força para não apenas escapar de seus captores, mas também salvar todos os outros bichos que estão em cativeiro.



Brasileiros em Tekken

Tekken, a série de luta mais popular da Bandai Namco, sempre foi querida em território brasileiro. Mas foi em Tekken 3 que a comunidade BR abriu o coração para a franquia quando o game apresentou o capoeirista Eddie Gordo.

Não era a primeira vez que víamos um brasileiro lutando capoeira em um game, os já citados Bob Wilson e Richard Meyer vieram bem antes. Mas nunca tínhamos visto a nossa arte representada de uma maneira tão fiel, com movimentos arrasadores e lindos de se ver. Dava até orgulho de assistir o Eddie lutar.

Anos mais tarde, Tekken 4 introduziu mais um personagem brasileiro, a lutadora e também capoeirista Christie Monteiro.



Amazônia em chamas

Em Aero Fighters 2, você controla vários modelos de aviões-caça em um game estilo Shmup - ou simplesmente "navinha", como esse tipo de game ficou conhecido aqui no Brasil.

Um dos cenários é - adivinhem só? - a Amazônia, que pega fogo com batalhas aéreas mortais e extremamente difíceis, como é comum em jogos desse estilo.



Max Payne contra as milícias

O último game da consagrada série de ação Max Payne tem sua história ambientada inteiramente no Brasil, mais precisamente em São Paulo, mostrando vários dos cartões postais da cidade ao longo do jogo.

Passado 9 anos depois do 2º jogo, Max trabalha como segurança particular para uma rica família paulistana. Quando a namorada de um dos filho da família é sequestrada por uma milícia chamada "Crachá Preto", ele empreende uma cruzada para resgatá-la, mas vai descobrindo aos poucos que essa é só a ponta do Iceberg e que, usando uma expressão bem brasileira, "o buraco é mais embaixo".

O jogo é recheado de ação e tem uma história envolvente, cheia de traições, tramas paralelas e vilões execráveis, tudo isso se passando na nossa terrinha. Bem que podiam existir mais jogos assim, né?

Fonte: Legiaodosherois

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06 Fev, 2019 - 13:23

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