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Jogos modernos ainda são viáveis em processadores antigos?



O mundo dos microprocessadores para PC apresenta um cenário promissor para o futuro em termos de inovações e tecnologias. Com a retomada do mercado high-end por parte AMD e a disputa acirrada com a Intel pelo consumidor, observamos a quebra da hegemonia dos processadores quad-cores para os desktops domésticos. Mais núcleos, mais cache e frequências mais altas são postos como objetivos centrais na busca por mais performance.

Obviamente, nem tudo são flores. Processadores topo de gama ainda custam relativamente caro, e quando colocamos o "custo-Brasil" em jogo, a figura toma forma desproporcionais. Nas mais famosas casas de e-commerce nacionais, é fácil encontrar CPU’s que ultrapassem a casa dos 1.500 reais, como o caso do Ryzen 7 2700x e do Core i7-8700k. Até mesmo no mercado internacional as coisas não parecem animadoras: o Core i9-9900k ultrapassa o patamar dos 500 dólares. Apesar destes processadores serem excelentes, seu relativo custo alto acaba por inibir aqueles que desejam fazer um upgrade.

Diante deste cenário no mínimo "desafiador" para os gamers da plataforma, faz-se necessário procurar alternativas "mais em conta", ao passo que entreguem performance semelhante por preços mais convidativos. Nesse aspecto, há aqueles que recorrem ao mercado de usado. Por sua vez, e há outros que simplesmente mantem processadores outrora poderosos. Mas quão longe poderíamos voltar no tempo e recorrer a arquiteturas antigas?

Atendendo a esse e outros questionamentos, resolvi pesquisar o quanto resta de fôlego das arquiteturas pretéritas da Intel, sendo em especifico um estudo detalhado do poder de fogo da linha Ivy-Bridge, lançado em 2012 como um refinamento da mítica série Sandy-Bridge, por meio de benchmarks em jogos que demandem do processador.

Equipamos um i7-3770 overclockado a 4.1 Ghz com uma GTX 1070, placa de vídeo moderna que roda os atuais títulos com folga, e 16 GB de memoria RAM, no padrão DDR3-1866 Mhz em dual-channel. Todos o jogos foram configurados para as opções gráficas mais altas disponíveis, rodando em FULL HD, para verificarmos possíveis gargalos do CPU. Selecionamos oito jogos: Battlefield 1, Shadow of the Tomb Raider, Assassin's Creed Odyssey, Project Cars 2, FarCry 5, Grand Theft Auto V, The Witcher 3 e Battlefield V multiplayer.

Vejam os testes:



Então, quais são suas conclusões? Deixe sua opinião na seção de comentários!

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12 Dez, 2018 - 13:40

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