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Das HQs para o cinema e a TV, O Doutrinador abre portas para super-heróis no Brasil

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Que venham muitos outros



Os fãs de quadrinhos já estão acostumados a verem seus personagens favoritos ganhando vida nas telonas e criando cada vez mais universos compartilhados. Mas e quanto aos fãs brasileiros de quadrinhos? O Doutrinador, adaptação da HQ de mesmo nome de Luciano Cunha, chega para dar esse primeiro passo e convida a todos que também quiserem participar da festa.

"Não sei por que demorou a pipocar. Por que demorou a ter uma adaptação de live-action da Turma da Mônica? É algo tão natural e óbvio", reflete Gabriel Wainer, roteirista da adaptação de O Doutrinador para os cinemas, em entrevista ao IGN Brasil. Se depender de Wainer, de Cunha e da editora Guará, a moda criada e disseminada pela Marvel Studios nos últimos dez anos lá fora vai pegar por aqui.

ImagemO Doutrinador, HQ de Luciano Cunha criada em 2013, que chega aos cinemas e na TV em 2018, serve de inspiração para surgimento de outros super-heróis no Brasil.


"Criamos a editora Guará Entretenimento e vamos lançar na CCXP 2018 três novas aventuras com três novos personagens: os Desviantes, uma mistura de Cidade de Deus com X-Men, a Penélope, anti-heroína que irá combater uma quadrilha de pedofilia e tráfico humano e o Santo, nosso caçador de falsos profetas", explica Cunha. "Estamos criando isso também para seguir o mesmo caminho do Doutrinador, ser uma marca multiplataforma, que começa nos quadrinhos, mas que vira outras coisas".

Kiko Pissolato (Miguel, o Doutrinador), protagonista do filme e da futura série de TV do anti-herói no canal Space, celebra esse pontapé inicial dado e anseia por mais produções do tipo. "Imagina a sensação do Neil Armstrong pisando na Lua, pela primeira vez ou então da Vida Alves dando o primeiro beijo na novela", compara, com orgulho. "A força do ineditismo é muito sedutora. Tomara que o Doutrinador tire um pouco do medo, que esse lugar seja ampliado e que as pessoas passem a realizar cada vez mais produções do gênero no Brasil".

Está mais do que comprovado de que os super-heróis têm espaço no Brasil e que há profissionais capazes de trazê-los para mais perto de nós.

Fonte: Br/Ign

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07 Nov, 2018 - 00:10

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