Os Piores Filmes da Primeira Metade de 2018 - Tribo Gamer
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Os Piores Filmes da Primeira Metade de 2018

Quais foram os piores filmes do ano até agora? 2018 já passa de sua metade e seis meses trouxeram muitos filmes. Muita coisa boa já chegou aos nossos cinemas e sistemas de home vídeo, assim como muita coisa ruim, que nos fizeram refletir sobre o tempo perdido que nunca mais recuperaremos.

Pensando nisso, aqui na redação do CinePOP resolvemos formular duas novas listas, com os melhores e os piores filmes da primeira metade do ano. Começaremos com a lista dos piores, também conhecida como a "vingança dos críticos". Lembrando que na lista foram computados apenas os filmes que tiveram lançamento de forma comercial nos cinemas ou sistema de home vídeo nos primeiros seis meses do ano. Vem conhecer.

10 | Os Estranhos: Caçada Noturna

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O primeiro Os Estranhos se tornou um terror cult sobre invasão domiciliar. A tão prometida continuação demorou a sair do papel, sem Liv Tyler como a protagonista e alternando totalmente o estilo de filme para ambientes amplos e abertos, se tornou simplesmente um slasher rotineiro.

9 | Verdade ou Desafio

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Mais um filme de terror na lista. Nós adoramos filmes de terror, mas quando eles erram a mão, costumam errar feio. O que chama atenção nesta obra é se tratar de um filme da Blumhouse, estúdio que tem se especializado em produções do gênero de qualidade. Mostrando que ninguém é intocável, Verdade ou Desafio encontra posição na nossa lista. O longa é protagonizado pela talentosa Lucy Hale e fala sobre um jogo de "verdade ou consequência mortal".

8 | No Olho do Furacão

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Além de estar na nossa lista dos piores, No Olho do Furacão figurou recentemente também na lista dos maiores fracassos financeiros do ano (os chamados flops). Uma ideia louca: misturar filme de assalto com cinema catástrofe, no qual um roubo é realizado em meio a um furacão. O que era para ser um filme divertido e non sense terminou apenas como um dos pontos baixos deste início de 2018. Rob Cohen, de Velozes e Furiosos (2001) é o diretor.

7 | Pequena Grande Vida

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Até o momento tivemos em nossa lista dois filmes de terror e um filme de ação estapafúrdio. Aqui, no entanto, é onde a lista dá o pulo do gato. Alexander Payne é um dos melhores diretores da atualidade, que até então colecionava em sua filmografia alguns dos melhores filmes do cinema americano dos últimos anos, vide Eleição (1999), Sideways (2004), Os Descendentes (2011) e Nebraska (2013). O problema, mesmo para diretores tarimbados, quase sempre é a ambição. Com Pequena Grande Vida, Payne tenta abraçar o mundo e falar sobre variados temas, mas acaba sem foco. O resultado: um filme descoordenado, por horas piegas, por outras insano, mas nunca conseguindo encontrar um tom entre a comédia e o drama. Sabe a síndrome das unhas no quadro negro? Matt Damon é o protagonista e o pobre coitado está mais perdido do que cego em tiroteio.

6 | A Maldição da Casa Winchester

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Queríamos um filme de terror e basicamente levamos um documentário sobre carpintaria ao invés. De cada três cenas deste terror baseado em uma das lendas mais suculentas dos EUA, uma é a que mostra trabalhadores martelando e serrando a fim de construir os intermináveis cômodos. Fora isso, o filme simplesmente não assusta, já que sabemos exatamente a hora que os realizadores irão inserir os cansados jumpscares. A Casa Winchester é o anti-Hereditário, e se você preferiu o primeiro, talvez esteja na hora de rever os seus conceitos.

5 | O Paradoxo Cloverfield

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Talvez o item mais decepcionante da lista, o terceiro Cloverfield tinha um grande hype – lembro, inclusive, de listá-lo como um dos filmes mais esperados do ano. O motivo é por se tratar da sequência de Cloverfield – Monstro (2008) e, em especial, Rua Cloverfield, 10 (2016) – uma aula de narrativa, atuações e suspense minimalista. Escondido a sete chaves, as mudanças de datas e adiamentos preocupavam. E o pior chegou quando o filme foi lançado direto em vídeo, com os direitos vendidos para a Netflix. Durante a Superbowl, a bomba caiu e Cloverfield Paradox era lançado na plataforma. Quando todos correram desesperados para assistir, começaram a entender melhor o ocorrido. Que pena.

4 | Sol da Meia-Noite

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Você gosta de romances melosos, com protagonistas insossos e sem química alguma? Então este é o filme para você. Soando mais como um roteiro remodelado de Crepúsculo do que qualquer outra coisa, Sol da Meia-Noite apresenta a ruiva Bella Thorne como uma jovem que adora fugir do sol (até em câmera lenta, numa cena tirada tipicamente de um terror B) e Patrick Schwarzenegger, ator novato que faz Scott Eastwood parecer Daniel Day-Lewis. A sensação é a de apenas querer que tudo acabe o mais rápido possível – para que NÓS não sintamos mais dor.

3 | Exorcismos e Demônios

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Quantos filmes de terror genéricos você pode aguentar? Pois é, se sinta grato por nós termos tomado esta bala no seu lugar. Estamos aqui recomendando que você passe longe desse filme e não tenha que sofrer o quanto sofremos. É isso que se faz quando se gosta de alguém. Dentro do terror, um subgênero que virou filão é de demônios, exorcismos e possessões. Quando são bons rendem algo do nível de O Exorcista (1973) ou O Exorcismo de Emily Rose (2005), e quando são ruins, bem, rendem todo tipo de coisa, como este filme aqui.

2 | Cinquenta Tons de Liberdade

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Achou que esta pequena pérola havia escapado de nosso alcance, não é. Pois não, a saga sexual mais sem graça do cinema tem lugar cativo aqui, como não poderia deixar de ser. Christian Grey e Anastasia Steele resolvem juntar os laços (literalmente) e se casar. Bem, e é isso. Nada acontece, mas isso não é novidade para a série. Portanto, se quiser ver gente rica e sem graça usar o dinheiro para fazer coisas pouco emocionantes, este é o filme. Mas calma, o final reserva uma surpresa – que ao invés de melhorar, torna tudo ainda pior.

1 | Vende-se Esta Casa

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Como anunciado no início do texto, a lista faz uso de produções lançadas nos variados sistemas de streaming e home vídeo. E quem diria, o pior filme desta primeira metade do ano para a equipe do CinePOP é justamente um lançamento Netflix. Tentando capitalizar em cima do ator Dylan Minnette, ótimo no suspense elogiado O Homem nas Trevas (2016), esta produção capenga o alistou como protagonista. O problema é aqui não tinham um Fede Alvarez atrás das câmeras, ou sequer um roteiro. Com 13% de aprovação no Rotten Tomatoes, me pergunto quem são as pessoas que gostaram deste filme? Se você conhecer alguém assim, marque nos comentários – mas não o hostilize, afinal todos são livres para gostarem do que quiserem.

Fonte: Cinepop

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09 Ago, 2018 - 17:37

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