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7 hábitos que quem só joga videogame hoje em dia nunca vai entender

Com o risco de gerar controvérsia, alguns poderiam dizer que nunca houve uma época melhor para se jogar videogames.

E, dadas certas ressalvas, é possível ver o porquê: games agora são bem mais acessíveis para o público em geral, com variedade e disponibilidade suficientes para satisfazer as vontades dos mais diferentes tipos de jogador.

Ainda assim, para quem está chegando ou já passou dos 30 anos, há uma magia que certamente se perdeu nestes últimos anos, seja por evoluções tecnológicas ou até por simples mudança de hábito por parte da indústria de games ou do público em geral.

Por isso, para os nostálgicos de plantão, aqui estão algumas alegrias e hábitos típicos de jogadores que cresceram nos anos 1980 e 1990.

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Assoprar a fita

Não, não ajudava em nada. Sim, fazia até mal para a integridade do cartucho. Mas assoprar a fita para fazê-la funcionar era um ato quase ritualístico para começar as sessões de jogatina dos tempos do Atari até o Nintendo 64.

Colocar o cartucho no console, ver a tela preta na TV, assoprar a fita e repetir o processo até ele funcionar é bem mais trabalhoso do que colocar um disco na abertura, ou simplesmente clicar no ícone do menu interativo, mas também dava uma sensação boa quando o jogo finalmente aparecia - mesmo que sua contribuição para isso fosse uma mera ilusão.

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Senhas de fases

Hoje em dia você pode guardar games inteiros com dezenas de gigabytes de memória em único disco rígido. No passado, porém, cartuchos ou disquetes precisavam de todo o espaço possível e necessário para rodar o jogo direito, o que significa que em muitos casos não havia jeito de salvar seu progresso diretamente.

Por isso, em muitos jogos era preciso anotar e "digitar" uma senha especial para acessar novas fases, que eram reveladas após o jogador vencer o desafio anterior. Algumas séries, como "Mega Man", chegavam até a ter senhas diferentes dependendo do tipo de itens que o jogador tenha vencido até aquele momento.

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Usar o cabo Game Link do Game Boy

Muito antes da internet sem fio, havia o cabo Game Link, objeto mágico para qualquer um que queria interagir com o Game Boy dos amigos.

Por meio do Game Link, era possível trocar seus Pokémon com o dos colegas da escola, ou disputar batalhas entre os monstrinhos de bolso e até uma partida de "Tetris" com possíveis rivais.

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Virar o PlayStation de ponta-cabeça

Pulando para a era dos discos, outro hábito bem memorável era o de virar o PlayStation para baixo para o jogo rodar direito.

Ao contrário do ato de assoprar os cartuchos, este era um truque que realmente funcionava, já que ao colocar o videogame de ponta-cabeça seu leitor óptico ficava bem mais próximo do CD, o que fazia o processo de leitura mais fácil.

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Cheat codes

IDDQD. Justin Bailey. Big Daddy. R1, R2, L1, X, esquerda, baixo, direita, cima, esquerda, baixo, direita, cima. Cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A, Start.

Estes são apenas alguns dos códigos mais famosos que costumávamos usaram para "facilitar" um pouco a situação do jogo, dando desde invencibilidade até um novo jeito de jogar os games.

(Para quem está curioso: God Mode de "Doom"; Controlar a Samus sem armadura em "Metroid"; o monstruoso Winsett Z em "Age of Empires"; saúde, armadura e US$ 250 mil em "GTA: San Andreas"; e, claro, o infalível Código Konami.)

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GameShark/GameGenie

Muito além de qualquer código ou senha, os GameShark e GameGenie essencialmente "desmontavam" o jogo, permitindo ao usuário modificar vários de seus elementos, de número de vidas e invencibilidade até acesso a "segredos" guardados em cartuchos ou CDs - incluindo conteúdo cortado da versão final do título, mas cujos dados ainda estavam guardados na sua memória.

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Revistas de games

Apesar de você ainda encontrar muito material de qualidade nas bancas brasileiras até hoje - particularmente a OLD!Gamer e as oficiais de PlayStation e Xbox -, os anos 90 e 2000 foram uma era de ouro para as revistas de videogame.

Ação Games, Game Power, Videogame, Nintendo World, EGM, todas estas revistas serviam como uma janela para o fascinante - e em muitos casos inacessível - mundo dos jogos eletrônicos, trazendo notícias, prévias, análises, segredos, e até guias para terminar certos games, os famosos "detonados".

Sem falar em revistas como a CD Expert, que ainda traziam um disco com demos, trailers e até jogos completos. No fim das contas, este conteúdo acabou migrando principalmente para a internet, incluindo este pequeno e humilde site filiado a um dos maiores conglomerados de comunicação do Brasil.

Fonte: Jogos/Uol

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10 Out, 2017 - 09:35

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