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As 10 Maiores decepções do mundo dos games em 2016

2016 foi um ano excelente para os gamers, tivemos muitos anúncios e lançamentos que nos deixaram muito felizes. Mas nem tudo são rosas neste mundo e esse ano nós tivemos sim nossa cota de grandes decepções com este cenário. Confira algumas.

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PS4 Pro não é tão PRO

Em 2016 a Sony anunciou um "novo" console, uma versão do Playstation 4 que iria levar os limites do console para novos horizontes. Prometendo principalmente uma resolução em 4K nos jogos, o Playstation 4 Pro veio, na verdade, como uma boa decepção para os fãs do console.

Em primeiro lugar, o console apresentava alguns problemas estruturais onde os jogadores precisavam ter cuidado pois ele estava esquentando demais e até -- pasmem -- derretendo as laterais do console. Mas o principal de tudo é que o grande diferencial do Playstation Pro eram os gráficos superiores, o que aconteceu exatamente na direção oposta, visto que após diversos testes, muitas pessoas conseguiram constatar que na maioria dos casos os gráficos do Playstation 4 Pro estavam inferiores ao seu antecessor.


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Nem tudo é tão lindo no PC

Portabilidade para PC geralmente é um problema sério, obviamente que em 2016 não tivemos nenhum problema do tamanho que foi Batman Arkham Knight para PC mas, ainda assim, vários jogos sofreram com estúdios fazendo a portabilidade dos jogos para a plataforma do PC e falhando nesta tarefa.

Jogos como Dishonored 2, Hitman, Mafia 3, entre outros tiveram seríssimos problemas de desempenho, performance e otimização para computador neste ano de 2016.


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Boas sequências esquecidas

O pensamento padrão é que geralmente uma sequência de um jogo de sucesso dificilmente será tão boa quanto sua versão original. Porém em 2016 nós tivemos alguns bons exemplos do contrário, já que tivemos lançamentos como Titanfall 2, Dishonored 2 e Watch Dogs 2 servindo como ótimos exemplos de como uma sequência pode vir até melhor do que o jogo anterior.

O problema é que, por uma série de fatores diferentes, essas sequências simplesmente não receberam o destaque que mereceram, ficando completamente avulsas e esquecidas como no caso de Dishonored 2, sem ter nem mesmo uma pequena fração da atenção que os primeiros jogos receberam e isso é uma lástima (bota esse último na conta do Denuvo).


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Disney matou Disney Infinity

2016 para o cenário dos games pareceu uma temporada de Game of Thrones, pois tivemos algumas das mais terríveis mortes de franquias e estúdios nesse ano.

Começando com Disney Infinity, uma versão de Skylanders utilizando o universo Disney/Pixar/Marvel/Star Wars. Para o público alvo do jogo, ele tinha um potencial enorme e uma capacidade muito boa de entreter e divertir. Por isso foi uma lástima quando a Disney resolveu tirar o projeto da tomada em Maio.


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Nintendo matou o Wii U

Continuando o obituário de 2016, durante o ano inteiro nós vinhamos desconfiando que a Nintendo tinha um novo projeto de console para anunciar. Em Outubro desse ano ela finalmente confirmou isso anunciando o Nintendo Switch, uma plataforma que promete inovar o cenário dos consoles tanto de mesa quanto portáteis.

Porém, a Nintendo havia afirmado que isso não significaria a "morte" do Wii U, e é nessa hora que nós aprendemos que a Nintendo mente, pois em 2016 nós mal tivemos lançamentos para o console e, em Novembro, a Nintendo veio com o anuncio oficial de que o Wii U seria descontinuado e a fabricação do console seria interrompida.


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Muito VR pra pouca coisa

2016 foi o ano da "tentativa" de emplacar o VR, ou seja, a tentativa de vender os tão requisitados óculos de realidade virtual. A tecnologia se popularizou tanto este ano, que é comum você encontrar pequenos quiosques em Shoppings Centers disponibilizando algum tipo de experiência em VR.

O problema é que começaram tantas versões diferentes de óculos, como Oculus Rift, HTC Vive e o próprio Playstation VR. Assim, muitos jogadores viram uma história acontecer que não se repetia desde o lançamento do Kinect. A tecnologia estava lá, disponível aos baldes, até mesmo iniciando uma "guerra" entre desenvolvedoras para saber qual óculos era melhor, mas se esquecendo do principal: OS JOGOS!

Tudo bem, existem jogos para VR e alguns até bem divertidinhos, mas não é o suficiente para um estágio onde nós já temos no mínimo 3 grandes nomes de VR no mercado. Os jogos em VR geralmente são muito rasos e apresentam nada mais do que uma experiência curta que só chama a atenção por conta da tecnologia nova.


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O fim da Lionhead

A lista de mortes de 2016 ainda não acabou, mas eu deixei a que pessoalmente foi mais triste para o final. Em Abril deste ano, a Lionhead -- a empresa responsável por criar Fable e todos os derivados -- fechou suas portas de uma vez por todas, o que é uma grande perda, pois mesmo que a empresa não tivesse numerosos títulos em seu portfólio, ela sempre cuidava com muito zelo da produção de seus jogos como Fable e a franquia Black & White.

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A "febre" Pokémon GO

Não se engane, eu joguei Pokémon GO como se não houvesse amanhã, eu também sei que atualmente o jogo ainda conta com um bom número de jogadores ativos, fazendo com que ele tenha números suficientes para fazer de Pokémon GO um dos jogos mobile mais jogados do mundo.

Porém não podemos esquecer que o jogo foi realmente uma febre no mundo inteiro. E assim como toda febre uma hora passa, essa também passou. Muito disso se deve à diversos fatores negativos que, infelizmente, são muito pertinentes como:Logo de início, o lançamento do jogo foi uma bagunça generalizada;a Niantic não presta nenhum tipo de suporte ao seu cliente;e no fim das contas, mesmo Pokémon GO sendo um jogo incrivelmente inovador que popularizou a tecnologia da realidade aumentada, ele não é um jogo tão bom assim, seus objetivos são limitados e a gameplay é imensamente repetitiva.


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Mighty No.9 não é Megaman

O título deste item é bem óbvio e todos sabemos que não seria um novo Megaman, mas infelizmente era o que o jogo estava nos vendendo desde o início. Quando Keiji Inafune, criador de Megaman, saiu da Capcom e começou os primeiros esboços de Mighty No.9, toda comunidade gamer ficou animada e decidiu ajudar com o financiamento coletivo para produzir o jogo... Foi aí que a decepção começou.

O jogo passou por diversos adiamentos de data para seu lançamento, mesmo que a verba para a produção do jogo já tivesse ultrapassado qualquer expectativa dos criadores. E depois de toda essa espera sem fim, o jogo finalmente foi lançado, com um preço bem fora do esperado, e com um resultado no mínimo decepcionante.

No fim, Mighty No.9 falhou em ser o sucessor espiritual de Megaman e não passou de uma "cópia mal feita" criada pelas mãos do criador original.


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No Man's Sky

Essa com certeza é disparada a maior decepção dos games deste ano. Antes de começar a explicar os motivos de tamanha decepção, eu queria deixar claro que No Man's Sky não é um jogo ruim, só é muito abaixo da grande revolução que foi vendida pela desenvolvedora do jogo.

Em 2014, durante a E3, um jogo completamente inovador foi anunciado, um jogo onde você poderia explorar um universo inteiro de possibilidades, realmente um universo inteiro pois você poderia viajar com sua nave espacial por infinitos planetas diferentes, cada um deles seria completamente diferente de qualquer outro planeta que você visitasse. Você poderia ter uma vida espacial tanto quanto uma vida de exploração em cada um desses planetas, povoados por suas belas faunas e floras ricas em detalhes e gráficos estonteantes.

O que nos foi entregue? Nada de infinitas possibilidades diferentes, o multiplayer foi uma farsa, e no fim a gameplay se tornou estupidamente repetitiva. Ou seja, o que era pra ser a revolução dos games em 2016, foi nada mais do que um Spore com gráficos melhores. A grande decepção de No Man's Sky não está na qualidade do jogo e sim na sensação que todo gamer teve de ter sido enganado pela Hello Games.

Fonte: Legiaodosherois

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21 Dez, 2016 - 20:55

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