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Professora nota 10 fazia bico como atriz pornô, é descoberta e se dá mal

Professora nota 10 fazia bico como atriz pornô, é descoberta e se dá mal

Svetlana Topol, de vinte e sete anos, era um professora de gramática "nota dez" de uma escola muito renomada que fica no outro lado do mundo, a cidade de São Petersburgo, na Rússia. Com cara de lolita, a docente já dava aula há anos. Ela também era muito bem casada, vista como uma mulher perfeita. O problema é que durante muito tempo, Svetlana decidiu fazer um "bico" diferente. Além de ensinar o "beabá" a crianças na instituição educacional da Rússia, ela era atriz. Durante o dia, ela dava aulas de gramática, à noite, ela dava aulas de sexo em vídeos gravados para o cinema adulto.

Os pais dos alunos ficaram possessos ao saberem que pagavam mensalidades caras, mas uma das contratadas da escola trabalhar como atriz pornô. A atividade extracurricular era ampla. A russa fez vários filmes, muitos em que fingia ser uma "garotinho". Em pelo menos um deles, ela usa roupas estudantis. A professorinha era bastante desinibida diante das câmeras, bem diferente de como ela agia pessoalmente. Após todos descobrirem seu segredo, a moça contou que sempre agiu com total discrição e não contou nada porque não queria ser vítima de preconceito.


Professora acaba demitida por ser atriz pornô
O marido de Svetlana sabia que ela fazia os filmes com outros homens e até assistia alguns deles. O caso da docente demitida foi reportagem do site inglês 'Daily Star'. A mulher que perdeu o emprego disse que não fez nada de errado. De fato, como profissional da educação ela era primorosa, sempre chegou nos horários, usava roupas extremamente formais e nada de maquiagem. Isso, talvez, tenha sido o principal fator para que a maioria da comunidade local se espantasse tanto ao saber da história.

Para tentar passar desapercebida nos filmes adultos, a professora usava nomes falsos, como Maud, Christie e Airel. Dessa forma, ela conseguiu permanecer anônima por muito tempo. Até que um dia, um dos pais de alunos, acabou vendo "por acaso" um dos filmes dela. Ele denunciou à diretora da instituição, que a demitiu. A justificativa é que a atividade era imoral à função que ela exercia na escola.

"A questão trata do que é moral, não do que é legal", defendeu-se uma autoridade da Educação à rádio Baltika.

A russa alega que os filmes foram feitos em 2011 e que, desde então, não tem mais atuado em produções pornô.

Fonte: Br/Blastingnews

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10 Dez, 2016 - 14:23

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